Nubumi(Em construção)


NUBUMI

Parece um duende ANETUF. Sempre anda acompanhado da Digne, uma flauta com poderes paranormais. Nubumi é um boneco de pano animado pelo espírito de Dionézio, o príncipe dos duendes Anetuf's. O pequeno príncipe era sempre animado, sorria sempre tocando a Digne. Arrebatando multidões com suas alegres melodias. A tribo Epludor, rival aos Anetufs , desejam Digne. E para conquista-la sequestraram Dignim, o filho do príncipe. Guerreiro como era, foi sozinho enfrentar os Epludors sem levar a Digne. Enraivecidos os sequestradores mataram Dignim e prenderam o príncipe no calabouço. Jurando vingança o duende vendeu sua alma para o Diabo. Em troca precisava morrer para morar num corpo imortal: um boneco de pano.




A CHEGADA DO CIRCO

**A galope um homenzinho, bem pequeno, usando roupas engraçadas, Nubumi cavalgava sobre Jum a alva égua. A criaturinha de pele cinza carregava a trombeta mágica Digne. Que lhe dava sonoridades sobrenaturais com poder de exercer influencia nos sentimentos da natureza e da vida. O duende de pano usava roupas em tom alaranjados e beje. Seus olhos saltados de cor laranja feito o pôr do Sol, exibia seus dentes pontiagudos num sorriso eterno. Nubumi se colocava de pé sobre Jum, entoando sua flauta, convocando a todos no epicentro da cidadela.


Música:

http://www.youtube.com/watch?v=EassB5Tclpg


Digne era deixada a tocar sozinha, sem que Nubumi a manipulasse. Levantou as mãozinhas pronunciando em voz alta.


-VENHAM TODOS, VENHAM TODOS, O SHOW DO INCRÍVEL MOSDAMUS ESTA CHEGANDO, VENHAM TODOS, PEGUEM SEUS INGRESSOS NESSA VIAJEM Á ALEGRIA ENCANTADA, PARTICIPEM...O PARQUE DE DIVERSÕES ESTA CHEGANDO, VENHAM VER O CIRCO DOS PALHAÇOS DE ZOMBUR...


**Fazia o pronunciamento ser difundido pelos 23 distritos, os ventos carregavam a mensagem pra todos os cantos, a magica de Nubumi não tinha barreiras. Milhares de papeis retangulares foram expelidos através da Digne, um turbilhão de ingressos sendo distribuídos pelos ajudantes de zéfiro. Disseminados sem obstáculos**
O alegre Nobumi foi separado do seu chapéu, não impôs resistência contra os dedos furtivos de Maya. O tecido era relativamente frio, sendo uma malha com várias linhas entrelaçadas.

-Legal né? Ganhei do meu avô quando era um menino, faz tantos anos que minha mente esta meio fragmentada. Esse chapéu de chama Nantur, foi meu vô Nobor que o teceu, ele enfeitiçou o chapéu pra ele se unir a natureza. Existem somente 3 desses aqui em Zelix: Baltorg que é o mais poderoso, vovô escondeu ele depois que seu irmão Miako roubou o outro que se chamava Nulam. Sinto saudades do meu vô, ele não merecia ser traído pelo seu próprio sangue. -Nobumi se viu transportado por cinco séculos atrás, um devaneio que lhe trouxe lembranças boas e ruins. Pra tirar elas da sua mente, desesperadamente balançou sua cabeça pros lados, tão rápido que sua face se tornou um borrão. -Brubrubrubrurbrubrubbrurbrbrbubbruuuu!

-Nobumi temos que ir, esta quase na hora...

-Claro, senhora Maya pode me devolver Nantur? -Ele pegou o chapéu de volta, colocando em sua cabeça. O bonequinho sentia mais sorte quando estava usando o chapéu. Em sua mão destra trazia uma flauta, conhecida como Digne, forjada pelo duende Damdam e enfeitiçada pelo espirito de Léia a mãe de Nobumi. O doente fechou seu olhos, soprando pelo bocal, produzindo uma melodia calma, que alegrava as plantas ao redor. As folhas se movimentavam com a ausência do vento. -Se segurem!

O chão começou a tremer, o som de uma criatura aparentemente desconhecida vinha surgindo. Magnus se manteve firme pra Maya não se desequilibrar, os tremores iam ficando mais intensos. E as folhas do enorme arbusto farfalhavam. Então uma criatura colossal saiu diante das folhagens. 16 vezes maior que os dois. Seu corpo verde, suas patas dianteiras compridas. O grandalhão era um velho conhecido do duende. O grilo Jumur.

-Nossa transporte chegou casal. Esse é Jumur. - O grilo trina em resposta ao companheiro. Esfregando as patas traseiras animado com a aventura que aguardava.

-Perfeito, chegaremos rápido. A Digne se mostra cada vez mais surpreendente, não sabia que era tão fácil invocar as criaturas de Zélix. 

Ganhei do meu avô quando era um menino, faz tantos anos que minha mente esta meio fragmentada. Esse chapéu de chama Nantur, foi meu vô Nobor que o teceu, ele enfeitiçou o chapéu pra ele se unir a natureza. Existem somente 3 desses aqui em Zelix: Baltorg que é o mais poderoso, vovô escondeu ele depois que seu irmão Miako roubou o outro que se chamava Nulam. Sinto saudades do meu vô, ele não merecia ser traído pelo seu próprio sangue. -Nobumi se viu transportado por cinco séculos atrás, um devaneio que lhe trouxe lembranças boas e ruins. Pra tirar elas da sua mente, desesperadamente balançou sua cabeça pros lados, tão rápido que sua face se tornou um borrão.



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